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Ministério Público denuncia membros de facção criminosa por tráfico e domínio armado na Paraíba

Sede do Ministério Público da Paraíba (MPPB), em João Pessoa Ascom/MPPB O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ofereceu denúncia contra 20 integrantes d...

Ministério Público denuncia membros de facção criminosa por tráfico e domínio armado na Paraíba
Ministério Público denuncia membros de facção criminosa por tráfico e domínio armado na Paraíba (Foto: Reprodução)

Sede do Ministério Público da Paraíba (MPPB), em João Pessoa Ascom/MPPB O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ofereceu denúncia contra 20 integrantes de uma facção criminosa por tráfico de drogas e domínio territorial armado no Agreste e no Brejo do estado. A denúncia também inclui os crimes de lavagem de dinheiro, extorsão e agiotagem armada, entre 2024 e 2026. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Os membros da facção atuavam em sete municípios paraibanos, são eles: Campina Grande, Esperança, Areia, Montadas, Areial, Pocinhos e São Sebastião de Lagoa de Roça. A denúncia é resultado da Operação Cadeia de Comando, a partir de dados extraídos do celular do líder estadual da facção, Naudivânio Ferreira da Silva, morto em confronto com a polícia em Pernambuco. Além de oferecer a denúncia, o MPPB pede também a condenação dos denunciados; valor mínimo para a reparação dos danos causados; e decretação de perda de todos os bens, valores, armamentos, aparelhos celulares e veículos apreendidos. Entre os denunciados, cinco já estão presos em unidades prisionais da Paraíba e um, em uma penitenciária de Minas Gerais. Como atuava a organização criminosa? De acordo com o MPPB, as provas colhidas revelaram que os denunciados estavam distribuídos em três núcleos operacionais voltados ao tráfico de entorpecentes e ao domínio territorial: Esperança e municípios adjacentes Montadas e Areia Areia e Pocinho O grupo também tinha um núcleo financeiro responsável pela lavagem de capitais. A facção criminosa se caracterizava por uma estrutura organizada, com divisão de tarefas, uso de armas de fogo e ordens de lideranças de dentro do sistema penitenciário. O grupo dominava pontos de vendas de entorpecentes na região e teria movimentado, por meio de pessoas jurídicas de fachada, mais de R$ 34 milhões. Além do domínio armado, a facção submetia integrantes e moradores a punições corporais e ordens de execução determinadas por líderes do grupo. Agora no g1 Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba .